Trauma na infância e TOC em adultos: o que mostra uma revisão de 22 estudos

Trauma na infância e TOC em adultos: o que mostra uma revisão de 22 estudos
Foto de Dr. Anderson Contaifer

Dr. Anderson Contaifer

Médico · CRM-SC 24.484 · Especialista em Clínica Médica · RQE 18.790. Graduado pela EMESCAM em 2012, com título de especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), em 2019. Atende adultos exclusivamente por teleconsulta, com avaliação individual das repercussões físicas e emocionais de relacionamentos abusivos e do estresse prolongado. Criador do Programa Quebrando as Algemas e de conteúdo educativo sobre relacionamentos abusivos, limites e autocuidado.

Informação para entender relações abusivas e cuidar da sua saúde

Dr. Anderson Contaifer (CRM-SC 24.484, RQE de Clínica Médica 18.790), médico especialista em Clínica Médica e criador do blog Quebrando as Algemas, atende por teleconsulta pessoas com sequelas de abuso narcisista e TEPT-C em todo o Brasil.

Quer conversar sobre o que você está vivendo com o Dr. Anderson Contaifer (médico, CRM-SC 24.484, especialista em Clínica Médica, RQE 18.790)? Agendar teleconsulta · 1 hora · adultos · atendimento exclusivamente online. A equipe informa horários e condições. Como funciona a consulta.

Resposta rápida

Uma revisão sistemática italiana publicada em 2025 reuniu 22 estudos, com 5.603 participantes, sobre trauma na infância e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em adultos. Na maioria deles, quem tem TOC relatou mais traumas na infância, sobretudo abuso emocional e negligência, e esses traumas se associaram a sintomas mais intensos. Como quase todos os estudos mediram tudo num só momento, isso mostra associação, não causa. O TOC tem tratamento próprio e exige avaliação individual.

Agradecimento especial

Obrigado, Dra. Valentina Baldini

A revisão explicada neste artigo foi enviada ao Dr. Anderson pela própria primeira autora, a pesquisadora Valentina Baldini, do Departamento de Ciências Biomédicas e Neuromotoras da Universidade de Bolonha e do Departamento de Ciências Biomédicas, Metabólicas e Neurais da Universidade de Modena e Reggio Emilia (Itália), autora correspondente do trabalho. Quando o Dr. Anderson pediu o texto completo para estudá-lo, ela enviou o artigo com atenção e pediu apenas que o DOI fosse sempre citado, para que qualquer leitor possa chegar à fonte original. Fica aqui o nosso agradecimento especial pela gentileza e pela generosidade de compartilhar ciência com quem cuida de sobreviventes no Brasil. Este texto é a nossa forma de levar o trabalho da equipe a mais pessoas. Thank you, Dr. Baldini, for your kindness and generosity.

Estudo original: Baldini V, Gnazzo M, Varallo G, De Ronchi D, Fiorillo A. International Journal of Social Psychiatry, 2025. DOI: 10.1177/00207640251339510

Ela confere o fogão cinco vezes antes de sair e, no meio do caminho, volta para conferir de novo. Ou é tomada por um pensamento horrível, que não combina em nada com quem ela é, e passa a noite tentando “neutralizar” a ideia com contas, rezas ou repetições. Em algum momento, quem cresceu numa casa onde qualquer erro virava grito, silêncio ou humilhação acaba se perguntando: “isso tem a ver com a minha infância?”.

É uma pergunta legítima, e a ciência tem olhado para ela. Este artigo explica, em linguagem simples, o que uma revisão sistemática de 2025 encontrou sobre trauma na infância e TOC em adultos, o que ela não permite concluir e o que isso muda na prática para quem viveu uma infância difícil.

O que é TOC (e o que não é)

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) tem duas partes. As obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens que invadem a mente sem a pessoa querer e causam muita ansiedade ou aflição. As compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais feitos para aliviar essa aflição ou evitar que algo temido aconteça: lavar, conferir, organizar, contar, repetir frases.

Os temas mais comuns são contaminação, medo de causar mal a si ou a outras pessoas, pensamentos considerados inaceitáveis, necessidade de simetria e ordem, ou uma sensação vaga de que algo ficou incompleto. A pessoa costuma reconhecer que a ideia não faz sentido, mas mesmo assim sente que precisa fazer o ritual. Com o tempo, isso consome horas e atrapalha a vida.

Por isso, gostar de casa arrumada não é TOC, e “mania” não é diagnóstico. Também vale separar o TOC de duas experiências muito comuns depois de relações abusivas: a hipervigilância do trauma, em que o corpo fica em alerta lendo sinais de perigo, e a ruminação, em que a mente revê cenas e conversas sem parar. Explicamos esta última em ruminação obsessiva depois do abuso. As três coisas podem coexistir, mas têm mecanismos e tratamentos diferentes, e quem separa uma da outra é a avaliação profissional.

Trauma na infância: do que o estudo está falando

Nos estudos reunidos pela revisão, “trauma na infância” inclui abuso físico, abuso emocional, abuso sexual, negligência física, negligência emocional e crescer num ambiente familiar adverso. A maioria mediu isso com o Questionário sobre Traumas na Infância (CTQ, na sigla em inglês), respondido pelo próprio adulto sobre o que viveu na infância e na adolescência.

Dois desses tipos são justamente os que menos aparecem por fora:

  • Abuso emocional: humilhações, xingamentos, ameaças, desprezo, a criança tratada como um peso ou como culpada pelo humor dos adultos.
  • Negligência emocional: o que faltou. Ninguém percebia quando a criança estava com medo ou triste, não havia colo, proteção nem interesse genuíno por ela.

Para quem cresceu com pais muito críticos, controladores ou com traços narcisistas, essas descrições costumam soar familiares. Tratamos desse cenário em mãe narcisista e em pai narcisista. Reconhecer o padrão ajuda a entender a própria história, mas não é diagnóstico de ninguém, nem dos pais nem de você.

No vídeo abaixo, o Dr. Anderson explica como funciona a negligência emocional dentro de casa:

O que o estudo fez

Valentina Baldini, Martina Gnazzo, Giorgia Varallo, Diana De Ronchi e Andrea Fiorillo, das universidades de Bolonha, de Modena e Reggio Emilia e da Universidade da Campânia Luigi Vanvitelli, em Nápoles, publicaram a revisão no International Journal of Social Psychiatry (online em maio de 2025; DOI: 10.1177/00207640251339510).

Uma revisão sistemática não recruta pacientes novos: ela procura, com regras definidas antes, todos os estudos já publicados sobre uma pergunta e analisa o conjunto. Neste caso:

  • O protocolo foi registrado com antecedência numa base internacional de revisões (PROSPERO) e seguiu as diretrizes PRISMA, que padronizam esse tipo de trabalho.
  • A busca foi feita em quatro bases de dados científicas: PubMed, Web of Science, EMBASE e PsycINFO.
  • Duas pesquisadoras selecionaram os estudos e extraíram os dados de forma independente, e as divergências foram resolvidas em conjunto.
  • A qualidade de cada estudo foi avaliada pela Escala de Newcastle-Ottawa, que pontua o risco de viés de 1 a 9.

No fim, entraram 22 estudos, somando 5.603 participantes, com idade média de 29,8 anos e 52% de mulheres. O menor estudo tinha 43 pessoas e o maior, 1.073. A grande maioria era transversal (mede tudo num só momento) e quatro eram do tipo caso-controle (comparam pessoas com e sem TOC). A maior parte foi feita com pacientes em atendimento ambulatorial ou internados, e alguns usaram questionários online. A gravidade do TOC foi medida principalmente pela escala Yale-Brown (Y-BOCS). Treze dos 22 estudos tiveram baixo risco de viés; os demais, risco moderado.

O que a revisão encontrou

Pergunta O que a revisão encontrou
Existe associação entre trauma na infância e TOC? 18 dos 22 estudos encontraram associação significativa. Em geral, pessoas com TOC relataram mais trauma na infância do que grupos de comparação
Que tipo de trauma apareceu mais? Abuso emocional, seguido de negligência emocional, abuso físico e abuso sexual
Trauma e gravidade dos sintomas Mais trauma, especialmente abuso emocional e negligência, se associou a sintomas mais intensos. Alguns estudos não encontraram essa relação
Trauma e tipo de obsessão Alguns estudos encontraram mais obsessões de conteúdo religioso, sexual e agressivo entre quem relatou mais trauma
Outros quadros junto Mais trauma se associou a mais dissociação, ansiedade e depressão ao lado do TOC
Resposta ao tratamento Histórico de trauma foi mais frequente em casos de TOC resistentes ao tratamento, mas a evidência ainda é limitada
Mecanismos biológicos Apenas dois estudos exploraram mecanismos, como mudanças no cerebelo e no sistema de resposta ao estresse. Dados preliminares

Por que o abuso emocional se destacou? A revisão não responde isso de forma definitiva, mas os autores discutem duas hipóteses. A primeira é biológica: experiências traumáticas em fases críticas do desenvolvimento podem alterar o eixo do estresse (o chamado eixo hipotálamo-hipófise-adrenal) e regiões do cérebro ligadas à emoção e ao controle do pensamento. A segunda é psicológica: os rituais poderiam funcionar como uma tentativa, que acaba trazendo mais sofrimento, de recuperar a sensação de controle, ordem e previsibilidade que faltou numa infância imprevisível. São hipóteses, ainda não comprovadas.

Sobre as obsessões de conteúdo agressivo, sexual ou religioso: no TOC, esses pensamentos são indesejados e causam horror justamente porque vão contra os valores da pessoa. Ter um pensamento intrusivo não é o mesmo que desejá-lo.

E as diferenças entre homens e mulheres? Dois estudos com jovens, feitos por questionário online, encontraram mulheres relatando mais trauma na infância e mais sintomas obsessivo-compulsivos. Mas a maioria dos estudos não analisou isso, e a revisão não permite generalizar.

No Instagram, o Dr. Anderson fala do que acontece quando faltou cuidado na infância:

O que esse estudo não diz

  • Não diz que trauma causa TOC. A grande maioria dos estudos era transversal: mostra que as duas coisas aparecem juntas, não o que veio primeiro nem o que causou o quê. Os autores pedem estudos que acompanhem as pessoas no tempo.
  • Não diz que o TOC tem uma causa só. O TOC envolve fatores genéticos, neurobiológicos, psicológicos e ambientais. Muitas pessoas com TOC não têm história de trauma, e a maioria das pessoas que viveu trauma não desenvolve TOC.
  • Não é unânime. Quatro dos 22 estudos não relataram associação significativa, e outros não acharam relação entre trauma e gravidade dos sintomas. Os autores sugerem que outros fatores, como genética, resiliência e outros diagnósticos, podem modificar essa relação.
  • Depende da memória. O trauma foi relatado pelo próprio adulto, anos depois. A memória pode falhar, e os autores lembram que a autocrítica intensa, comum no TOC, pode influenciar a forma como o passado é lembrado.
  • Os estudos eram muito diferentes entre si. Usaram questionários, populações e cenários variados, o que impediu uma meta-análise (o cálculo de um resultado que combina todos os dados).
  • Sobre tratamento, ainda há pouco. Faltam ensaios clínicos que testem diretamente se adaptar o tratamento do TOC à história de trauma muda o resultado.
  • Não fala de abuso narcisista especificamente. A revisão estudou trauma na infância de forma ampla. A ligação com famílias abusivas é uma leitura nossa, a partir dos tipos de trauma que mais apareceram.

O que isso muda na prática

Para quem cresceu numa família abusiva

  • Sua história importa, mas não é sentença. Ter vivido abuso emocional ou negligência não significa que você vai ter TOC. E, se você tem TOC, isso não quer dizer que a culpa é da sua família, nem sua.
  • Repare no padrão, sem se autodiagnosticar. Rituais que tomam mais de uma hora por dia, pensamentos que você não consegue afastar e que trazem muita aflição, evitar lugares ou objetos por medo de contaminação ou de causar mal: isso merece avaliação com psicólogo ou psiquiatra.
  • O TOC tem tratamento de primeira linha próprio. É a terapia cognitivo-comportamental com exposição e prevenção de resposta (EPR): de forma gradual e planejada, a pessoa se expõe ao que dispara a aflição sem fazer o ritual, até o cérebro aprender que consegue atravessar a ansiedade. Quando indicado por um médico após avaliação, medicamentos podem fazer parte do tratamento. Nada de começar ou trocar remédio por conta própria.
  • Conte a sua história para quem trata você. A revisão defende que o histórico de trauma seja perguntado e levado em conta no planejamento. Os autores sugerem, como caminho ainda a ser testado em ensaios clínicos, integrar abordagens focadas no trauma ao tratamento padrão do TOC e adaptar a exposição para não reabrir feridas sem cuidado.
  • Se também há TEPT ou TEPT-C, ele merece tratamento próprio. Quando existem sintomas de estresse pós-traumático ou de TEPT complexo, as abordagens indicadas são EMDR, Brainspotting e terapia cognitivo-comportamental focada no trauma.
  • O corpo também entra na conta. Insônia, cansaço, dores, alterações de apetite e crises de ansiedade são frequentes em quem viveu trauma por muito tempo e merecem avaliação médica. O Dr. Anderson, médico de Clínica Médica, avalia por teleconsulta esses efeitos do estresse crônico no corpo e encaminha para psicoterapia e psiquiatria quando indicado.

Para familiares e profissionais

  • Pergunte sobre a infância com cuidado. A revisão considera útil investigar trauma na avaliação do TOC, com instrumentos validados como o CTQ, sobretudo diante de quadros graves ou que não respondem ao tratamento.
  • Não ridicularize nem brigue com os rituais. A pessoa geralmente sabe que eles não fazem sentido, e a vergonha só aumenta o segredo. Também não vale participar dos rituais por conta própria para “ajudar”: o jeito de lidar com eles costuma ser combinado com quem conduz o tratamento.

No Instagram, o Dr. Anderson mostra de onde costuma vir a voz crítica que muita gente carrega desde a infância:

E, no vídeo abaixo, ele fala da crítica constante e da invalidação emocional que tantos filhos de pais com traços narcisistas viveram:

Perguntas frequentes

Trauma na infância causa TOC?

Não dá para afirmar isso. Uma revisão de 2025 com 22 estudos encontrou que pessoas com TOC relatam mais trauma na infância, mas quase todos os estudos eram transversais, o que mostra associação e não causa. O TOC tem origem em vários fatores, como genética, biologia, psicologia e ambiente.

Que tipos de trauma mais se associaram ao TOC?

O abuso emocional foi o mais citado, seguido de negligência emocional, abuso físico e abuso sexual. Abuso emocional e negligência também se associaram a sintomas mais intensos na maioria dos estudos que olharam para isso.

Pensamentos intrusivos agressivos ou sexuais querem dizer que eu desejo aquilo?

No TOC, não. Esses pensamentos são indesejados e causam aflição justamente porque vão contra os valores da pessoa. Se eles tomam seu tempo e trazem sofrimento, procure avaliação: falar sobre eles com um profissional é o primeiro passo do tratamento.

Qual é o tratamento do TOC?

O tratamento de primeira linha é a terapia cognitivo-comportamental com exposição e prevenção de resposta. Medicamentos podem ser usados quando indicados por médico após avaliação. Quando há história de trauma, vale contá-la a quem conduz o tratamento, para que ela seja levada em conta.

Pensar o tempo todo no que aconteceu na relação abusiva é TOC?

Nem sempre. Depois de uma relação abusiva, é comum a ruminação, em que a mente revê cenas e conversas sem parar, e a hipervigilância do trauma. Elas são diferentes do TOC, embora possam coexistir. Quem faz essa distinção é a avaliação profissional.

ATENDIMENTO MÉDICO ON-LINE

Agende sua teleconsulta

Dr. Anderson Contaifer · Médico, especialista em Clínica Médica
CRM-SC 24.484 · RQE 18.790

Teleconsulta particular para adultos · 1 hora. Agende pelo WhatsApp com a equipe do Dr. Anderson. Consulte as condições de parcelamento antes de pagar.

Agendar teleconsulta

Prefere escolher seu horário sozinho?

Abrir diretamente no Doctoralia ↗

Precisa parcelar? Consulte as condições com a equipe pelo WhatsApp.

Leia também

Referências científicas

  1. Baldini V, Gnazzo M, Varallo G, De Ronchi D, Fiorillo A. Exploring the impact of childhood trauma on obsessive-compulsive disorder: a systematic review focused on adult populations. International Journal of Social Psychiatry. 2025;71(6):1004-1013 (publicação online em 14 de maio de 2025). (DOI: 10.1177/00207640251339510)
  2. Mathews CA, Kaur N, Stein MB. Childhood trauma and obsessive-compulsive symptoms. Depression and Anxiety. 2008;25(9):742-751. (DOI: 10.1002/da.20316)
  3. Visser HA, van Minnen A, van Megen H, et al. The relationship between adverse childhood experiences and symptom severity, chronicity, and comorbidity in patients with obsessive-compulsive disorder. Journal of Clinical Psychiatry. 2014;75(10):1034-1039. (DOI: 10.4088/JCP.13m08825)
  4. Semiz UB, Inanc L, Bezgin CH. Are trauma and dissociation related to treatment resistance in patients with obsessive-compulsive disorder? Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology. 2014;49(8):1287-1296. (DOI: 10.1007/s00127-013-0787-7)
  5. Boger S, Ehring T, Berberich G, Werner GG. Impact of childhood maltreatment on obsessive-compulsive disorder symptom severity and treatment outcome. European Journal of Psychotraumatology. 2020;11(1):1753942. (DOI: 10.1080/20008198.2020.1753942)
  6. Teicher MH, Samson JA. Annual research review: enduring neurobiological effects of childhood abuse and neglect. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2016;57(3):241-266. (DOI: 10.1111/jcpp.12507)

Conteúdo educativo, não substitui avaliação individual. Em situação de risco, ligue 190; para orientação sobre violência contra a mulher, Ligue 180; para apoio emocional, CVV 188.

Você reconhece os sinais do abuso narcisista?

Baixe gratuitamente o ebook 7 Sinais de que Você Vive com um Narcisista e entenda o que está acontecendo na sua vida.

Dr. Anderson Contaifer — Médico, CRM-SC 24.484

Você sofre ou sofreu abuso narcisista? O Dr. Anderson Contaifer pode ajudar.

Saiba mais sobre o tratamento medico

Sobre o autor

Dr. Anderson Contaifer de Carvalho
Médico · CRM-SC 24.484 · Especialista em Clínica Médica · RQE 18.790. Graduado pela EMESCAM em 2012, com título de especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), em 2019. Atende adultos exclusivamente por teleconsulta, com avaliação individual das repercussões físicas e emocionais de relacionamentos abusivos e do estresse prolongado. Criador do Programa Quebrando as Algemas e de conteúdo educativo sobre relacionamentos abusivos, limites e autocuidado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais leituras

Receba em primeira mão meus conteúdos, direto no seu e-mail

Agendar Teleconsulta - Dr. Anderson Contaifer

Medico Especialista em Clinica Medica - CRM-SC 24.484 - RQE 18.790

Ver horarios